22h38m - Torneio Bikesprints
23h38m - Ambient session
01h38m - Entrega dos prémios Corrida Alleycat
Actor, contador, dramaturgo. Thomas Back é um prodigioso contador brasileiro. Licenciado em Arte Dramática, tem peças encenadas em Portugal, Brasil e Alemanha, obras publicadas por várias editoras, foi guionista da TV Globo, e actualmente orienta acções de formação nas áreas da Dramaturgia, Teatro, Literatura, Oralidade, Criatividade, e Dinâmicas de Grupo no âmbito do desenvolvimento pessoal e inter-pessoal. Há muito que se dedica à Narração Oral de contos tradicionais e outros da sua autoria. Um trabalho desenvolvido em bibliotecas, livrarias, escolas, faculdades, encontros, seminários, congressos, empresas, Instituições de Acção Social e espaços culturais. Participou da “JORNADA DOS CONTOS”, da Universidade do Minho, em Braga; “PALAVRAS ANDARILHAS”, da biblioteca José Saramago, em Beja; “QUINTAS DOS CONTOS”, do Ateneu, em Coimbra; “CONTOS DA LUA CHEIA” e “FESTIVAL INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL”, em Évora; “PALAVRAS MÁGICAS”, da biblioteca municipal de Lagos, no Algarve, e da “HORA DO CONTO”, nas bibliotecas de Matosinhos, S. Mamede, Perosinho, Pombal, Oeiras, Beja, Évora, Redondo, Alcobaça, Seia, Famalicão, Penedono, entre outras. Em Ovar, já actuou nos bares Paralelo 38 e Gharb al-Ândalus.
«Linhas que aos poucos se multiplicam, Linhas que suavemente se unem, Linhas que orientam o esboço, Linhas que numa nova imagem se transformam. E do pincel saem as cores e as formas e, na tela, estas ganham vida. E, ao de leve, esta nova vida timidamente se esconde entre sinestesias e metáforas e assim brota da tela nua a essência de uma pintura.» Mário Afonso
Inspirada no filme “Os pássaros” de Alfred Hitchcock, esta obra integra a madeira e o metal e pretende reinventar a mensagem inerente ao filme em questão.
Esta peça esteve anteriormente exposta no Centro de Artes de Ovar durante o Ovarvídeo 2009, numa exposição com o tema “Em exibição”, juntamente com outras do Colectivo Arte às Tantas.
Jimmy Landers é a alcunha já de longa data, de Hugo Neves, nascido no Porto. Começou por tomar um outro tipo de gosto pela música aquando da frequência de um curso específico de dj.
Jimmy, tem um leque de influências musicais tão alargado, que por vezes lhe é difícil fazer uma escolha mais específica para um espaço.
Que comece a aventura…
valter hugo mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Vive em Vila do Conde.
Publicou quatro romances: a máquina de fazer espanhóis (Objectiva/Alfaguara, 2010) o apocalipse dos trabalhadores (Quidnovi, 2008), o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago (Quidnovi, 2006) e o nosso reino (Quidnovi, 2004).
A sua obra poética está revista e reunida no volume folclore íntimo (Cosmorama, 2008). Prémio Almeida Garret de poesia com o livro egon schielle, auto-retrato de dupla encarnação, 1999.
É autor de dois livros para crianças, ambos editados em 2009, A verdadeira história dos pássaros, e A história do homem calado.
Escreve a crónica Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras.
valter hugo mãe é vocalista do grupo musical Governo (www.myspace.com/ogoverno) e esporadicamente dedica-se às artes plásticas.
Recebeu, em 2009, o troféu único Figura do Futuro, atribuído pelo Correio da Manhã. Recebeu, em 2010, a Pena de Camilo Castelo Branco.
Mais informações em www.valterhugomae.com
“O SENHOR DOS CORDÉIS” é um viajante que traz na mala muitas histórias para contar, dos lugares por onde andou, das personagens que encontrou, e de tudo o que se passou, numa fantástica aventura no tempo! Nesta apresentação Thomas interpreta várias personagens utilizando o Teatro, a Música e a interacção com o público, numa sessão de contos surpreendente e divertida. Contos inéditos e de tradição oral.

No percurso da vida, vamos sempre assimilando experiências fantásticas, ricas de ensinamentos, como um sinal de correcção no nosso trajecto de vida, ou com um sentido edificante para a grandeza que idealizamos, contributos largos para ajudarem a construir um edifício humano - que somos nós nas fraquezas e nas grandezas -, pintado de princípios que nos vão ajudando a colorir a vida, se para tanto formos capazes.
A fotografia é um paradigma desta realidade...
Nestas andanças que a vida nos coloca no caminho, se não formos demasiado obtusos, vamos encontrando imagens que se apresentam como "modelo" encontramos um conjunto de qualidades
O nosso mundo não é só composto de coisas belas, como também contém em si capacidade de as revelar.
Até uma pedra tosca contém em si beleza, basta ter “olho” para a poder captar, algo muito sui generis na fotografia.
A este percurso de captação de conhecimentos colocado ao alcance das pessoas com sensibilidade - embora seja necessária uma absoluta predisposição intrínseca - é aquilo que podemos chamar de aprendizagem da cultura, no sentido mais próprio do termo.
Sim, acho que “Stand Up Poetry” pode ser um bom título. Uma espécie de “Vamos lá ver quanto tempo aguentas de pé a dizer poesia”…. ou “quanto tempo aguenta o público bem acordado a ouvir poesia”. Sem truques!, só a actriz, o público e os poemas – não os da própria… vamo-nos garantir com os Poetas. Nem mais nem menos, à excepção de emoções (que é do melhor para quem sofre de sonolência) e, talvez, de uma cadeira (para Stand Up mais alto). Depois, subtilmente, como quem só quer entreter, passar mensagens de beleza, consciência e humanidade de grandes autores.
Thomas Bakk é dramaturgo, encenador, actor, contador exímio de histórias e divulgador incansável do cordel. Brasileiro de origem, Thomas Bakk veio a radicar-se na cidade do Porto onde tem desenvolvido uma actividade notável em variadíssimas áreas, desde o teatro ao conto oral, realizando cursos de formação, preparando e organizando acções de teatro de rua ou para crianças, animando programas de rádio e apresentando-se como declamador de histórias de cordel. Tudo isso graças a uma imaginação prodigiosa e a uma versatilidade criativa fora do comum.
Thomas Bakk desenvolve actualmente a sua actividade de actor nos «Maus Hábitos», conhecido bar da Rua Passos Manuel, na cidade do Porto, onde tem apresentado algumas das suas criações. Anima também um programa de rádio que é transmitido todas as 3ªs feiras às 22 horas na Rádio Universitária do Minho. E não se cansa de levar o teatro e o cordel aos quatro cantos de Portugal.
Nesta sessão de contos bestial, os contos são da autoria de Thomas Bakk, autor, actor e contador de histórias.
As histórias são contadas pelo próprio autor que interpreta várias personagens, utilizando o Teatro, a Música, e a interacção com o público, num espectáculo surpreendente e divertido!
José Almada surgiu no final dos anos 60 integrando uma corrente musical designada por baladeiros. Começou a cantar aos 18 anos, altura em que lançou o seu primeiro disco intitulado “Homenagem”, em 1970.
Nasceu em Guimarães em 1951 e viveu os seus primeiros anos no Douro (entre a Régua e Lamego). Notabilizou-se também pelo cunho solidário e de preocupação social que imprimiu às suas composições musicais, de tal forma que para gravar um dos seus temas mais emblemáticos, “Mendigos”, foi viver durante uma semana com um mendigo, na Régua.