segunda-feira, fevereiro 28, 2011
(**)SONDAGEM
(**) NOVIDADE: Terminal de Pagamento Automático (TPA)
Somos a informar, que o bar Paralelo 38, já possui Terminal de Pagamento Automático (TPA)
Paralelo 38
Paralelo 38
(***) Novidade: Modalidade “Cliente Garrafa”
(O conteúdo deste, Post aplica-se apenas às Bebidas Brancas)
No sentido de minimizar o impacto da inevitável actualização dos preços a vigorar desde o inicio do corrente ano, o bar Paralelo 38 vem propondo aos clientes regulares a aquisição da garrafa, ao revés da dose individual, para que desta forma não sintam o impacto da actualização. A receptividade tem sido boa.
Porém, a pedido de vários clientes, e por uma questão de coerência, o Paralelo 38 decidiu alargar este conceito “Cliente Garrafa” a todos os clientes que assim o pretendam.
Assim, somos a informar que os clientes que optem por esta modalidade não só, não serão afectados pelos novos preços, como não pagarão café ou similares de cafetaria nas cinco vezes subsequentes à aquisição da garrafa. Neste conceito estão abrangidas todas as Bebidas Brancas, Whisky´s, Licores, Aguardentes, etc.
Preços sob consulta no local.
Mais se informa, que o estabelecimento já tem pagamento pela via de multibanco.
Informações no local (Paralelo 38) ou para paralelo.bar@gmail.com.
Contudo, e como vem sendo prática, algumas informações pontuais podem ser colocadas nos comentários deste post.
Atentamente:
J.Soares
Paralelo38
domingo, fevereiro 27, 2011
(*) "Bacocos e bicharocos" Histórias infantis em formato digital contadas por Thomas Bakk, à venda no Paralelo 38 (stock limitado) - preço sob consulta
Actor, contador, dramaturgo. Thomas Back é um prodigioso contador brasileiro. Licenciado em Arte Dramática, tem peças encenadas em Portugal, Brasil e Alemanha, obras publicadas por várias editoras, foi guionista da TV Globo, e actualmente orienta acções de formação nas áreas da Dramaturgia, Teatro, Literatura, Oralidade, Criatividade, e Dinâmicas de Grupo no âmbito do desenvolvimento pessoal e inter-pessoal. Há muito que se dedica à Narração Oral de contos tradicionais e outros da sua autoria. Um trabalho desenvolvido em bibliotecas, livrarias, escolas, faculdades, encontros, seminários, congressos, empresas, Instituições de Acção Social e espaços culturais. Participou da “JORNADA DOS CONTOS”, da Universidade do Minho, em Braga; “PALAVRAS ANDARILHAS”, da biblioteca José Saramago, em Beja; “QUINTAS DOS CONTOS”, do Ateneu, em Coimbra; “CONTOS DA LUA CHEIA” e “FESTIVAL INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL”, em Évora; “PALAVRAS MÁGICAS”, da biblioteca municipal de Lagos, no Algarve, e da “HORA DO CONTO”, nas bibliotecas de Matosinhos, S. Mamede, Perosinho, Pombal, Oeiras, Beja, Évora, Redondo, Alcobaça, Seia, Famalicão, Penedono, entre outras. Em Ovar, já actuou nos bares Paralelo 38 e Gharb al-Ândalus.
sábado, fevereiro 26, 2011
(***) Passatempo "...Desejo Esdrúxulo"
Citação nº90 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."o ontem que hoje apazigua o amanhã" Autor(a): Fábio Gabriel dos Santos
Citação nº89 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."vida, são actos e memórias reflectidas num assimilar de palavras contínuo e equidistante entre o ontem e o amanhã" Autor(a): Fábio Gabriel dos Santos
Citação nº88 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."a maresia em tempo de tempestade" Autor(a): Carina Resende
Citação nº87 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é.."uma boa dose de magia" Autor(a): Helder Santos
Citação nº86 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."viver o presente, recordar o passado e perspectivar o futuro" Autor(a): Helder Santos
Citação nº85 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."como o vento que nos sopra ao ouvido e nos diz: É bom viver" Autor(a): Helder Santos
Citação nº84 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."uma quadra ou um verso viajante" Autor(a): Carina Resende
Citação nº83 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."uma viagem pelo mundo da leitura" Autor(a): Carina Resende
Citação nº82 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."transformar as palavras em arte" Autor(a): Carina Resende
Citação nº81 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."a única arma que consegue trespassar o pensamento" Autor(a): Francisco Jaime
Citação nº80 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."“Se todos derem todos recebem – lema da minha vida" Autor(a): Emília Costa
Citação nº79 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."o doce sabor das palavras" Autor(a): Catarina Fernandes
Citação nº78 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."uma arte que não se aprende, é um dom que não se escolhe, é um caminho que nunca acaba..." Autor(a): Luis Novo
Citação nº77 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."ser e não ser, é estar e não estar, é amar...sofrer...e viver..." Autor (a): Marlene Damião
Citação nº76 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."a forma de exprimir sentimento que nos vai na alma" Autor(a): Rodrigo
Citação nº75 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."um momento de elevação de grande imaginação" Autor(a): Marlene Damião
Citação nº73 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."muitas horas de solidão" Autor(a): Carla Morais
Citação nº72 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."a alegria da tristeza" Autor(a): Carla Morais
Citação nº71 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."uma partilha de fraternidade" Autor(a): Carla Morais
Citação nº70 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."um sentimento escondido" Autor(a): Carla Morais
Citação nº69 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."um desabafo acumulado" Autor(a) Carla Morais
Citação nº68 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."uma forma de amar em escita" Autor(a): Carla Morais
Citação nº67 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."a forma de exprimir os sentimentos que nos vai na alma" Autor(a): Rodrigo
Citação nº66 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."um papel pequeno que se torna grande" Autor(a): Rui T.
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Citação nº65 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."o sentimento, o meu sentimento, o nosso sentimento, expresso num momento como o de hoje à noite e de todos os dias" Autor(a): Angela Almeida
Citação nº64 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."algo inconsciente, vem de onde não sabes" Autor(a): Artur Jorge
Citação nº63 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."liberdade para dentro da cabeça" Autor(a): Uli Cristhine
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
Citação nº62 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."um pensamento que brota em pomar e que não dá para podar" Autor(a): Denise Soares
Citação nº61 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é.."o intercruzamento de mim e do tempo" Autor(a): Denise Soares
Citação nº60 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."um novelo que se desdobra sobre os jardins da vida" Autor(a): Denise Soares
Citação nº58 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
A poesia é..." um pássaro que voa quando os Sentimentos lhe abrem a gaiola" Autor(a) Denise Soares
Citação nº57 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."como uma banana, só depois de descascar é que se consegue saborear" Autor(a): Joana Rita
Citação nº56 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."como um cigarro, acaba depressa" Autor(a): Cristina Valente
Citação nº55 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."algo macabro que a muita gente incomoda, que vem como o sábio untar e unir o que está na moda!" Autor(a) Alexandre
Citação nº54 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."o encontro da alma com a escrita" Autor(a): Graciete
Citação nº53 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."uma efémera elevação do que sente em si o Poeta e o seu coração" Autor(a) Tatiana Valente
Citação nº52 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."soltar um grito suavemente ouvido por Ti" Autor (a): Joana P. Couceiro
Citação nº51 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."partir e voltar ao mesmo lugar" Autor (a): Joana P. Couceiro
Citação nº50 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."apertar o coração desapertando a alma" Autor (a): Joana P, Couceiro
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Citação nº49 - Passatempo "...desejo esdrúxulo
Poesia é..."como uma linha em branco" Autor(a): André Rebelo
Dùvidas passatempo "Desejo esdrúxulo"
ALERTA:
Serve este separador (Post), para esclarecimentos de dúvidas (pela via dos comentários), no âmbito do passatempo "Desejo Esdrúxulo"...prazo médio de resposta...24h. Atentamente, Paralelo 38
Serve este separador (Post), para esclarecimentos de dúvidas (pela via dos comentários), no âmbito do passatempo "Desejo Esdrúxulo"...prazo médio de resposta...24h. Atentamente, Paralelo 38
Citação nº48 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."libertação do pensamento e da alma" Autor(a): Micaela Costa
Citação nº47 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."a embriaguez do estado de espírito" Autor(a): Ana Direitinho
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Citação nº46 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é…Soltar as amarras e voar. Asas que brotam do meu corpo, me levam além, me fazem vaguear. Navegar com ou sem rumo, ficar aquém, e sonhar devagar. É abraçar o mundo, fazer parte do ar, e Flutuar... Autor(a) Joana P. Couceiro
domingo, fevereiro 20, 2011
Citação nº45 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."dizer muito em poucas palavras" Autor(a) Thomas Bakk
sábado, fevereiro 19, 2011
Citação nº44 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."estourar com o limite, e no final sobrevoar intensamente sob os sentidos" Autor(a) Ana Silva
Citação nº43 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."para ser ouvida, lida e sentida. Poesia adoça a alma, um estado d´alma...portanto!" Autor(a) Elisabete Fernanda
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
ALERTA
Os post´s mais extensos são o evoluir da citação para o poema, amavelmente cedidos pelos autores, sendo que apenas a citação (1º parte do poema), também alojada no blog, estará sujeita a votação no âmbito do passatempo “desejo esdrúxulo”.
Todos os participantes que pretendam evoluir, …”da citação ao poema”… enviem para paralelo.bar@gmail.com, e será alojado no painel principal do blog, nos termos acima designados (não inseridos no passatempo).
Sem prejuízo é claro, de estarem abertos a comentários por parte de todos.
Boas letras
Paralelo 38
Citação nº42 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."comunicação secreta com sofrimento do homem" Autor(a) Pablo Neruda por F.B.
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Citação nº41 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."uma criança que brinca... um balão a voar... um pássaro assustado... alguém o tenta apanhar... um gesto sentido, um abraço apertado, um sorriso sincero... um momento gravado" Autor(a) Beta M.
Citação nº40 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um Paralelo com caráter emocional, que nos toca a sensibilidade. A poesia sugere 38 emoções esdrúxulas por meio de uma linguagem" Autor(a) Nelson Gaspar
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Citação nº39 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é ..."o gourmet dos sentimentos" Autor(a) Fernando Correia
Citação nº38 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."o desejo esdrúxulo das palavras oxítonas e paroxítonas" Autor (a) Joaquim Soares
...da citação ao poema!!!...por Angélica Ramos Silva
Poesia é…
Rima,
Em prosa ou verso,
Tudo se imagina,
Expressão de sentimentos,
Sentimentos que são humanos,
Expressão de sentimentos,
Ideias,
Diário de poetas,
Emoções,
Alegria ou tristeza,
Conjunto de palavras,
Palavras que formam versos,
Versos que formam quadras,
Quadras que formam poemas,
Poemas com sentimentos puros,
A arte de escrever um verso,
Relaxa a olhos vistos,
Sem um, pouco de poesia,
Eu, tu, todos,
Não teríamos sentido.
Porque não palavras doces?
Porque não poesia,
Versos, muitos,
Formas,
Embelezamento,
Polémica,
Composição,
Valor,
Mensagem,
Amor, dor, enfim um desabafo,
As nossas almas…
Angélica Ramos Silva
Citação nº37 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."rima em prosa. Tudo se imagina, expressão de sentimentos..." Autor(a) Angélica Ramos Silva
Citação nº35 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é... " a arte encontrada nas palavras, e o sentimento que o leitor quer dar ao que lê..."Autor(a) Fatinha
Citação nº34 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."alegria e tristeza, belo e feio, pobreza e riqueza, o acordar e adormecer, vida e o depois da morte, a poesia..." Autor(a) Pedro Pipa
domingo, fevereiro 13, 2011
Citação nº33 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."expressar por palavras os sons do coração" Autor(a): Hélder Ferreira
sábado, fevereiro 12, 2011
Citação nº32 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um estado de felicidade que eu persigo por toda a eternidade" Autor(a) Artur Dias
Citação nº31 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."a passagem dos sentimentos reais para o papel, ler e sentir o que está escrito" Autor(a) Hugo Neves
Citação nº30 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."não ter que pensar mas sentir...ao ler" Autor(a) José Neves
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
...da citação...ao poema!!! por Daniel Oliveira
"A Poesia é uma forma de sentir, de ser, estar e existir…
É ter miríades de desejos que nos levam mais além,
É uma forma de cortar as amarras
que acorrentam o furacão de sonhos e ideias
que nos invadem a alma,
É a harmonia de possuir sinfonias de imagens
que as palavras tornam vivas,
É uma forma de encarnar os sonhos
que no mais íntimo de nós residem,
É sentir a brisa fresca das palavras
no calor do nosso pensamento…
E desta sã loucura brotam os versos
(ora os brancos, ora os que rimam),
E os desejos, sonhos, ideias e imagens encarnam nas palavras,
que moldam a estrutura, e no poema culminam."
Daniel Oliveira
Citação nº29 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."uma forma de sentir, de ser, estar e existir…" Autor(a) Daniel Oliveira
terça-feira, fevereiro 08, 2011
Citação nº28 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."o renascer de uma nova vida" Autor(a) Rosa Jesus
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Citação nº26 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."ocar a alma daquele que ousou um dia sentir" Autor(a) Darlene Costa
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Citação nº25 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."o fluir dos sentimentos que nos nutrem a alma e aquecem o corpo" Autor(a): Cláudia Oliveira
Citação nº24 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um desabafo do estado de espirito" Autor(a): Liliana Pereira
Citação nº23 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um sorrido de criança, uma borboleta voando, um botão desabrochando. Poesia é ao fim e ao cabo a própria vida. Ás vezes um poema lindo, outras um poema amargo" Autor(a): Hugo Oliveira
Citação nº22 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."poesia, vida é vida. Felizes aqueles que conseguem juntar ambas e fazer da vida uma poesia" Autor(a) Margarida B.
Citação nº21 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."poesia não é só um texto que se divide em estrofes e versos. Poesia é uma forma de se expressar e transmitir sentimentos" Autor(a) Hugo O.
Como autenticar votação, via comentário!!!
Preferencialmente os votos nas citações devem ser identificados, sendo que os votos anónimos também serão válidos.
Como votar com identificação:
1º Aceder a comentários;
2º Deixar comentário (opcional), seguido da expressão “VOTO” (obrigatório);
3º Seleccionar Nome/URL – escrever Nome;
4º Publicar o comentário.
Boas leituras…Boa sorte aos participantes!
Paralelo 38
Citação nº20 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."dois cafés e três finos" Autor(a): Tiago Barbosa
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Citação nº19 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um fôlego de inspiração, um pedaço de mim que quero esquecer, para a mortalidade" Autor(a): Vera Valente
Citação nº18 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um pensamento criado pela consciência e exposto em palavras" Autor(a): Diogo Barros
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Citação nº17 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um caminho desconhecido talvez a explorar" Autor(a): Cristina Borges
Citação nº16 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um universo paralelo sintonizado numa frequência que corresponde à realidade" Autor(a) Tânia P.F.Carvalho
Citação nº15 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."uma competição de palavras que lutam pelo sentido da vida" Autor(a) Beta Lopes
terça-feira, janeiro 25, 2011
Citação nº14 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."destruir o passado, alicerçar o presente, construir o futuro" Autor(a) Artur Dias
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Citação nº13 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um estado de espírito" Autor(a): Manuel Ferreira
Citação nº12 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."a fuga de pensamentos , que escapa por entre a tinta de uma caneta vulgar" Autor(a) Tânia Carvalho
Citação nº11 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."um jantar à luz de velas, onde nos cozinham massa, nos servem com glamour e nos acompanham com uma boa conversa" Autor(a) Patricia Ferreira
Citação nº10 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."desenrolar das palavras trilhos para passos insubmissos" Autor(a) Claúdia Pinho
domingo, janeiro 23, 2011
Citação nº9 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."o espectro da alma" Autor: Rafael Brandão
Citação nº8 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."o clamar da alma numa noite em que a lua dança" Autor(a): Adelaide Silva
sábado, janeiro 22, 2011
Citação nº7 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."expressar em palavras o que a alma sente" Autor(a): Sergio Ribeiro
Citação nº6 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."pele que se sente, com um distante tocar de vontade" Autor(a): António Jesus
Citação nº5 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."todos diferentes, todos iguais, mas há uns quantos bacanos a mais" Autor(a): Catarina Valinho
Citação nº4 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."a sensibilidade no escrever" Autor(a): Nuno Careca
Citação nº3 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."uma arma carregada de futuro" Autor(a): Magui
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Citação nº2 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."a descoberta e a partilha dos sons e das palavras que habitam em cada um de nós" Autor(a): Márcia Almeida
terça-feira, janeiro 18, 2011
Citação nº1 - Passatempo "...desejo esdrúxulo"
Poesia é..."conseguir ver para além da visão"
Autor(a): Vitoriano Souza
segunda-feira, janeiro 17, 2011
sábado, janeiro 01, 2011
(**) PATENTE_Exposição "Linhas" - Pintura de Mário Afonso - Até 11 Março
«Linhas que aos poucos se multiplicam, Linhas que suavemente se unem, Linhas que orientam o esboço, Linhas que numa nova imagem se transformam. E do pincel saem as cores e as formas e, na tela, estas ganham vida. E, ao de leve, esta nova vida timidamente se esconde entre sinestesias e metáforas e assim brota da tela nua a essência de uma pintura.» Mário Afonso
sexta-feira, novembro 26, 2010
Exposição "Oradour-Sur-Glane" Fotografia de Duarte Regalado_até 02 Jan2011
10 de Junho de 1944, Oradour-Sur-Glane, uma pequena vila Francesa situada nas proximidades de Limoges é cercada pela 2º Divisão Panzer SS “das Reich”.
A pretexto de serem verificadas as identidades dos seus habitantes toda a população é obrigada a reunir-se na praça principal desta pequena localidade.
Rapidamente o argumento muda e a busca de armas e explosivos escondidos, passa a ser o motivo evocado.
Os homens são separados das mulheres e crianças enquanto os soldados presumivelmente efectuam as buscas. Mulheres e crianças são levadas para a igreja, enquanto os homens são divididos em seis grupos e encaminhados para celeiros.
O que aconteceu de seguida não tem explicação: pouco depois das 16h e com toda a cidade cercada, a SS começa a matar todos os homens para pouco depois, por volta das 17h ser colocada uma bomba de gás na igreja. Esta bomba não funciona como o esperado, mas isso não altera os propósitos dos soldados: ainda hoje é possível ver as marcas das balas utilizadas para matar as mulheres e as crianças. Em cima dos corpos é, de seguida empilhada madeira e ateado fogo queimando os corpos e matando as pessoas que ainda se encontravam vivas, dentro da igreja Madame Rouffanche é a única sobrevivente desta verdadeira chacina.
Momentos antes vê a filha ser morta com uma bala, mas consegue fugir pela janela junto ao altar. Uma mulher segue-a com um bebé ao colo, o choro deste último alerta os soldados que disparam e atingem as duas mulheres e a criança. Só Madame Rouffanche sobrevive e consegue escapar ainda que ferida.
Morreram ao todo 642 pessoas. Não há compaixão por ninguém. Um bebé é queimado até à morte no forno da padaria local. Quem entra na cidade para saber o que se passa é abatido a tiro.
A destruição continua no final da tarde. As casas são saqueadas e todas queimadas até à retirada final da unidade a 13 de Junho de 1944.
Hoje a aldeia mantém-se tal como ficou nesse dia.
AS FOTOS SÃO O REGISTO DO CENÁRIO QUE POR LÁ ACONTECEU.
segunda-feira, outubro 25, 2010
sexta-feira, outubro 01, 2010
domingo, agosto 15, 2010
quinta-feira, julho 01, 2010
domingo, maio 23, 2010
exposição "Pássaros" - por: Nuno Manarte até 27 jun
Inspirada no filme “Os pássaros” de Alfred Hitchcock, esta obra integra a madeira e o metal e pretende reinventar a mensagem inerente ao filme em questão.
Esta peça esteve anteriormente exposta no Centro de Artes de Ovar durante o Ovarvídeo 2009, numa exposição com o tema “Em exibição”, juntamente com outras do Colectivo Arte às Tantas.
terça-feira, abril 27, 2010
"...for a dream" by Jimmy Landers sexta 07mai 22h38m
Jimmy Landers é a alcunha já de longa data, de Hugo Neves, nascido no Porto. Começou por tomar um outro tipo de gosto pela música aquando da frequência de um curso específico de dj.
Jimmy, tem um leque de influências musicais tão alargado, que por vezes lhe é difícil fazer uma escolha mais específica para um espaço.
Que comece a aventura…
terça-feira, abril 06, 2010
ciclo de tertúlias culturais_café com_valter hugo mãe sex16abr 22h38m
por: Leme(Associação de Intervenção Socio-cultural)
valter hugo mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Vive em Vila do Conde.
Publicou quatro romances: a máquina de fazer espanhóis (Objectiva/Alfaguara, 2010) o apocalipse dos trabalhadores (Quidnovi, 2008), o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago (Quidnovi, 2006) e o nosso reino (Quidnovi, 2004).
A sua obra poética está revista e reunida no volume folclore íntimo (Cosmorama, 2008). Prémio Almeida Garret de poesia com o livro egon schielle, auto-retrato de dupla encarnação, 1999.
É autor de dois livros para crianças, ambos editados em 2009, A verdadeira história dos pássaros, e A história do homem calado.
Escreve a crónica Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras.
valter hugo mãe é vocalista do grupo musical Governo (www.myspace.com/ogoverno) e esporadicamente dedica-se às artes plásticas.
Recebeu, em 2009, o troféu único Figura do Futuro, atribuído pelo Correio da Manhã. Recebeu, em 2010, a Pena de Camilo Castelo Branco.
Mais informações em www.valterhugomae.com
valter hugo mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Vive em Vila do Conde.
Publicou quatro romances: a máquina de fazer espanhóis (Objectiva/Alfaguara, 2010) o apocalipse dos trabalhadores (Quidnovi, 2008), o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago (Quidnovi, 2006) e o nosso reino (Quidnovi, 2004).
A sua obra poética está revista e reunida no volume folclore íntimo (Cosmorama, 2008). Prémio Almeida Garret de poesia com o livro egon schielle, auto-retrato de dupla encarnação, 1999.
É autor de dois livros para crianças, ambos editados em 2009, A verdadeira história dos pássaros, e A história do homem calado.
Escreve a crónica Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras.
valter hugo mãe é vocalista do grupo musical Governo (www.myspace.com/ogoverno) e esporadicamente dedica-se às artes plásticas.
Recebeu, em 2009, o troféu único Figura do Futuro, atribuído pelo Correio da Manhã. Recebeu, em 2010, a Pena de Camilo Castelo Branco.
Mais informações em www.valterhugomae.com
segunda-feira, março 29, 2010
terça-feira, março 23, 2010
o senhor dos cordeis por: Thomas Bakk - 27mar 23h38m
“O SENHOR DOS CORDÉIS” é um viajante que traz na mala muitas histórias para contar, dos lugares por onde andou, das personagens que encontrou, e de tudo o que se passou, numa fantástica aventura no tempo! Nesta apresentação Thomas interpreta várias personagens utilizando o Teatro, a Música e a interacção com o público, numa sessão de contos surpreendente e divertida. Contos inéditos e de tradição oral.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
domingo, janeiro 17, 2010
E a música ficou mais pobre...Adeus...Lhasa de Sela
Versátil, incrível, humilde na sonoridade, forte na emoção.
Foi um prazer tê-la cá. O Mundo ficou melhor. A Música mais rica. A Arte mais diversificada.
Engraçado, foi-se o corpo, mas o Mundo continua melhor, a Música mais rica e a Arte mais diversificada. É este o valor da obra genial! Obrigada Lhasa de Sela.
sábado, janeiro 16, 2010
quinta-feira, janeiro 14, 2010
quinta-feira, dezembro 31, 2009
um bar também é...

...arte, é uma forma de amor, que se canaliza na contemplação e no estudo como na criação e na comunicação do que é belo. A vida sem arte é triste, é limitada, é um falhanço. E afinal todos nós podemos ser artistas; pudesse cada um dispor-se a exercitar a sua sensibilidade num dos muitos veículos que o espírito humano desenvolveu para tal, e o mundo não seria o que é.
terça-feira, dezembro 22, 2009
quinta-feira, dezembro 03, 2009
exposição "Looks Like..." - pintura de Tina
sábado, outubro 10, 2009
exposição (a) ria para sempre_fotografia de Joquim Primo até 13nov
No percurso da vida, vamos sempre assimilando experiências fantásticas, ricas de ensinamentos, como um sinal de correcção no nosso trajecto de vida, ou com um sentido edificante para a grandeza que idealizamos, contributos largos para ajudarem a construir um edifício humano - que somos nós nas fraquezas e nas grandezas -, pintado de princípios que nos vão ajudando a colorir a vida, se para tanto formos capazes.
A fotografia é um paradigma desta realidade...
Nestas andanças que a vida nos coloca no caminho, se não formos demasiado obtusos, vamos encontrando imagens que se apresentam como "modelo" encontramos um conjunto de qualidades
O nosso mundo não é só composto de coisas belas, como também contém em si capacidade de as revelar.
Até uma pedra tosca contém em si beleza, basta ter “olho” para a poder captar, algo muito sui generis na fotografia.
A este percurso de captação de conhecimentos colocado ao alcance das pessoas com sensibilidade - embora seja necessária uma absoluta predisposição intrínseca - é aquilo que podemos chamar de aprendizagem da cultura, no sentido mais próprio do termo.
terça-feira, setembro 01, 2009
fala-se_poesia e martini_com_Cláudia Pinho
POESIA E MARTINI
"...Salve, tinir dos copos!
Festas de amor, alegres algazarras de ebritroante bródio! Salve! co'a taça em punho eu vos saúdo!Beber, cantar e amar eis, meus amigos, das breves horas o mais doce emprego;
O mais tudo é quimera. ..."
Bernardo Guimarães - "Hino do Prazer"
sábado, agosto 08, 2009
terça-feira, junho 30, 2009
"STAND UP POETRY" diz-se poesia com Andreia Macedo sex17jul 23h38m paralelo_38 café-bar-galeria praia do furadouro (entrada livre)
Sim, acho que “Stand Up Poetry” pode ser um bom título. Uma espécie de “Vamos lá ver quanto tempo aguentas de pé a dizer poesia”…. ou “quanto tempo aguenta o público bem acordado a ouvir poesia”. Sem truques!, só a actriz, o público e os poemas – não os da própria… vamo-nos garantir com os Poetas. Nem mais nem menos, à excepção de emoções (que é do melhor para quem sofre de sonolência) e, talvez, de uma cadeira (para Stand Up mais alto). Depois, subtilmente, como quem só quer entreter, passar mensagens de beleza, consciência e humanidade de grandes autores.
"o maior besta-séller do mundo" sessão de contos bestial por Thomas Bakk sex24jul 23h38m - entrada livre
Thomas Bakk é dramaturgo, encenador, actor, contador exímio de histórias e divulgador incansável do cordel. Brasileiro de origem, Thomas Bakk veio a radicar-se na cidade do Porto onde tem desenvolvido uma actividade notável em variadíssimas áreas, desde o teatro ao conto oral, realizando cursos de formação, preparando e organizando acções de teatro de rua ou para crianças, animando programas de rádio e apresentando-se como declamador de histórias de cordel. Tudo isso graças a uma imaginação prodigiosa e a uma versatilidade criativa fora do comum.
Thomas Bakk desenvolve actualmente a sua actividade de actor nos «Maus Hábitos», conhecido bar da Rua Passos Manuel, na cidade do Porto, onde tem apresentado algumas das suas criações. Anima também um programa de rádio que é transmitido todas as 3ªs feiras às 22 horas na Rádio Universitária do Minho. E não se cansa de levar o teatro e o cordel aos quatro cantos de Portugal.
Nesta sessão de contos bestial, os contos são da autoria de Thomas Bakk, autor, actor e contador de histórias.
As histórias são contadas pelo próprio autor que interpreta várias personagens, utilizando o Teatro, a Música, e a interacção com o público, num espectáculo surpreendente e divertido!
segunda-feira, junho 29, 2009
"em_baladas" concerto por José Almada-Qui30jul23h38m
José Almada surgiu no final dos anos 60 integrando uma corrente musical designada por baladeiros. Começou a cantar aos 18 anos, altura em que lançou o seu primeiro disco intitulado “Homenagem”, em 1970.
Nasceu em Guimarães em 1951 e viveu os seus primeiros anos no Douro (entre a Régua e Lamego). Notabilizou-se também pelo cunho solidário e de preocupação social que imprimiu às suas composições musicais, de tal forma que para gravar um dos seus temas mais emblemáticos, “Mendigos”, foi viver durante uma semana com um mendigo, na Régua.
quarta-feira, junho 24, 2009
exposição"porto & branco" fotografia de Vera Valente de 26jun a 31jul
quarta-feira, maio 20, 2009
domingo, maio 10, 2009
domingo, dezembro 07, 2008
quarta-feira, dezembro 03, 2008
tindersticks fevereiro "clubbing" casa da música-Porto
Britânicos voltam a Portugal no próximo ano.
Os Tindersticks são uma daquelas bandas que com Portugal construiram uma relação de confiança e amizade que os traz cá sempre que novas canções conhecem a luz do dia.
Independentemente da luminosidade das canções da unidade comandada por Stuart Staples, os discos continuam a chegar-nos com a regularidade própria da banda. Este demorou cinco anos, intitula-se The Hungry Saw e é mais uma prova da capacidade dos Tindersticks em transformar a miséria em beleza, a melancolia em delicadeza. São mais de 15 anos de canções passados mais uma vez à prova nos exigentes palcos portugueses, não sem que antes se tenha tempo para perceber que nada de verdadeiramente importante mudou.
A coerência continua a ser um elemento essencial nos Tindersticks e ainda que a banda-sonora possa sofrer alterações de maior ou menor porte, a voz de Stuart Staples continua no mesmo posto: de comandante e testemunho de uma boa parte da taciturnidade que a música pop ousou receber nas últimas duas décadas.
quinta-feira, abril 17, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
quinta-feira, abril 10, 2008
"deixe-se levar pelo exotismo" bar-gharb al-ândalus
quarta-feira, abril 09, 2008
o concerto do ano...obrg m.c.p.a.
Com uma sala esgotada, repleta de fãs que não viam um concerto deles há mais de 10 anos e fãs que nunca tiveram a oportunidade os ver, os Portishead foram recebidos com euforia. Do alinhamento fizeram parte alguns dos grandes clássicos como "Wandering Star", "Roads" e "Sour Times", juntamente com vários temas do novo álbum, que está prestes a ser lançado no mercado. Sem conhecer nada do novo álbum Third, com a única excepção do single Machine Gun, fiquei com uma impressão bastante positiva daquilo que ouvi: conseguiram criar algo que, sem fugir do universo sonoro que caracteriza a banda, soa a algo completamente novo. "The Rip" foi, para mim, a maior surpresa e um dos momentos altos do concerto, que encerrou com a fantástica "We Carry On" e a Beth Gibbons entregando-se completamente ao público, descendo do palco para cumprimentar tantas pessoas quanto conseguiu, na fila da frente! Um público eufórico, uma banda cheia de energia... um magnífico concerto!
coliseu do Porto 26mar 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
centro armado de investigação e reflexão de teatro

Quem Somos? O C.A.I.R - TE é um projecto contínuo e consequente com 10 anos ( dez ) anos de existência, 22 ( vinte e duas ) montagens de espectáculos realizadas, para além de animações de rua, teatro para a infância e escolas. Oficinas de iniciação ao teatro com montagens finais de espectáculos e participação em diversos festivais de teatro pelo país e estrangeiro assim como co-produções. Vimo-nos consolidando e firmando como um centro, um núcleo aglutinador ou simplesmente um ponto de partida para o estudo e a pesquisa teatral permanente onde o nosso pilar-mor se ergue e vive: 1º Da investigação do actor, capaz de potencializar, e tomar para si, a responsabilidade, e necessidade, de repensar as práticas e propósitos de um teatro essencial e urgente conciliando com eficácia o teatro com o público ( o homem ) na sua consciencialização, preparação, desenvolvimento, no confronto e diálogo com a sua realidade, a sua identidade cultural, social e o mundo que o cerca. 2º A valorização de uma dramaturgia inovadora, inédita, vigorosa e eficaz na percepção e comunhão do teatro com os seus anseios e inquietações do público a atingir. “Teatro em forma” que emerge fortalecido e afinado com as mudanças e transformações, que contracene e actue com o seu tempo. 3º Na revitalização cénica, através de acções e práticas interventivas capazes de experimentar mudanças, de pensar e contribuir para a renovação e dignificação da cena e do panorama teatral vigente. Promover estratégias e metas, associar o instrumento teatral com todo o seu poder de mobilização e transformação social (ou no máximo individual ), envolvendo e desenvolvendo recursos endógenos, participativos, junto das comunidades e do cidadão comum, carentes ou desprovidos do contacto e acesso a actividades e ofertas culturais, restritas aos grandes centros urbanos e circuitos oficiais da cultura, acima de tudo, sobre um horizonte mais amplo (popular), participativo, optimizando a diversidade. Sensibilizar e fomentar o gosto pelo teatro e a formação de novos públicos potenciais, prontos para serem tocados, trabalhados, na tomada de consciência do seu património cultural, nacional e universal, como portugueses e cidadãos lusófonos e do mundo. Proporcionar o intercâmbio, a interacção de culturas e todos os segmentos e facções da arte com o teatro. Teatro de difusão total, para todas as terras e povos, nesta viragem do milénio. 4º Divulgar e difundir a " Cultura Popular ". " O teatro reconstitui, dota o Homem – na afirmação total de seu poder de comunicação, expressão, sociabilização, crítica e consolidação de sua identidade cultural, política e social. A arte da representação é o livre exercício de apreender, compreender e interpretar a vida, o Homem, a sociedade e o mundo que o rodeia – potencializar o indivíduo ( o ser Social ) na experimentação plena de suas capacidades lúdicas e criativas, na sua coabitação com o colectivo e o social. " William Gavião
"songwriter"

Depois do sucesso com o álbum de estreia, Rosie Thomas aposta forte num álbum emocionalmente tão delicodoce quanto taciturno. As questões pessoais sobre a fé, a solidão, a fracturação, a morte ou o amor elevam-se serenamente com uma voz a exibir carência e coragem. Misturando a folk com o blues, eis então Rosie Thomas a fazer-nos seguir em frente com as nossas vidas, as nossas questões, as nossas emoções. Tão etéreo e ambiental quanto folk, acústico e confessional, Rosie Thomas rodeia-se de silêncios, coros, teclas de órgão a perdurar infinitamente uma só nota e, claro, aquela voz macia, meiga e calorosa. É Rosie Thomas em pleno estado de graça. E nós, felizmente, estamos cá para ouvi-la com ”Only With Laughter Can You Win”. O confronto consigo mesmo, com a vida, a fé, o amor, a desilusão... “Only With Laughter Can You Win” chega a ser quase um álbum terapia, um álbum-prazer, um álbum tão doce e angelical quanto verdadeiramente dilacerante. A quem semeia ou cultiva qualquer tipo de fé não será difícil apaixonar-se por ele. Aos mais cépticos no homem, num qualquer Deus, no futuro ou até nos sentimentos humanos, a esses impossivelmente estará aberta a voz de Rosie Thomas... e daí, quem sabe?
terça-feira, abril 01, 2008
"a vida secreta das palavras"
A Vida Secreta das Palavras
Distinguido no Festival de Veneza 2005 com o Prémio Lina Mangiacapre, e nos Goya de 2006 com cinco galardões (Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Argumento e Melhor Direcção de Produção), "La Vida Secreta de las Palabras" é assinado pela catalã Isabel Coixet, que revisita neste drama sólido, e sem edulcorantes, a dor e os traumas de guerra.
- Será possível viver com as memórias do horror, conviver com as consequências do mal?
Esta é uma das perguntas que a película coloca, sem optar por respostas fáceis. A avaliar pela história, há quem consiga sobreviver e quem prefira desaparecer, como o homem que se atira às chamas na primeira parte do filme.
Sarah Polley, Tim Robbins e Javier Cámara são os actores (magistrais), através dos quais somos convidados a analisar à lupa o sofrimento humano, num filme com uma atmosfera densa, rodado com mestria, com a câmara a tiracolo e um excelente uso da luz a reforçar a carga dramática.
De início conhecemos Hanna (Polley), uma mulher jovem que trabalha numa fábrica têxtil. Introvertida, bastante neurótica, e excessivamente zelosa da sua intimidade, é intimada pelo patrão a tirar umas férias.
Viaja até à beira-mar e, enquanto almoça num restaurante, ouve falar de um acidente que aconteceu nas proximidades, numa plataforma petrolífera, onde só trabalham homens. Quando fica a saber que precisam de uma enfermeira por um curto período de tempo, oferece-se, mal sabendo que a escolha lhe valerá um encontro imprevisto que mudará para sempre a sua vida.
É assim que acaba a cuidar de Josef (Tim Robbins), um homem que sofreu uma série de queimaduras graves, e que ficou temporariamente cego, e com uma enorme mágoa.
Uma estranha intimidade cresce entre os dois, alicerçada numa teia apertada de segredos, verdades, mentiras, humor e dor, e nenhum dos dois sairá incólume desta relação...
Dor, solidão, obscuridade, silêncio, amor, lágrimas, esperança são tudo palavras que cabem nesta história, onde ainda há espaço para falar do súbito silêncio que se produz antes de uma tempestade; de vinte e cinco milhões de ondas; de um cozinheiro espanhol (Javier Cámara) e um ganso. E acima de tudo, sobre o poder do amor, mesmo nas mais terríveis circunstâncias.
Na nota de intenções do filme, a realizadora remete a mensagem para uma frase de Lê Thi Diem Thúy, escritor vietnamita: "Deixa que a palavra seja humilde, saibam que o mundo não começou com palavras, mas sim com dois corpos abraçados, um chorando e o outro cantando".
cinema
(15:20) Stephen Sommers (A Múmia) deve estar à procura de uma estafa. Segundo a Variety, o cineasta se comprometeu com mais um projeto, a refilmagem do clássico de ficção-científica When Worlds Collide, de 1951. No Brasil, o longa chegou a receber mais de um título, sendo o mais fiel ao original Quando Mundos se Chocam.
No filme, astrônomos descobrem que um planeta invadiu o Sistema Solar e está em rota de colisão com a Terra. Como o governo se nega a tomar uma providência que vá causar pânico geral, um grupo de empresários decide bancar a construção de uma grande nave na qual alguns escolhidos deixarão o planeta para tentar a vida em outro lugar.
Sommers vai escrever o roteiro e dirigir o remake, e a pré-produção deve começar o mais rápido possível. Revezando entre as funções de diretor, roteirista e produtor, ele está envolvido em diversos trabalhos, como Flash Gordon, Les Victimes, Proximity Effect e Magic Kingdom for Sale.
Steven Spielberg está assumindo as rédeas de When Worlds Collide, mais uma refilmagem de uma ficção-científica dos anos 50 para sua carreira.
O diretor de Guerra dos Mundos assinou com a Paramount, segundo a Variety, para substituir Stephen Sommers, que trocou o projeto pela comédia de ação A Night at the Museum, da Fox.
Porém, Spielberg ficará apenas com o cargo de produtor, inicialmente. Há a opção para ele dirigir, mas como o cineasta já tem em vista Abraham Lincoln e Indiana Jones 4 para depois de Munique, não se sabe se ele realmente ficará no comando.
segunda-feira, março 31, 2008
fundação serralves
A Fundação de Serralves é uma instituição cultural de âmbito europeu ao serviço da comunidade nacional, que tem como missão sensibilizar o público para a arte contemporânea e o ambiente, através do Museu de Arte Contemporânea como centro pluridisciplinar, do Parque como património natural vocacionado para a educação e animação ambientais e do Auditório como centro de reflexão e debate sobre a sociedade contemporânea.
domingo, março 30, 2008
tindersticks "the hungry saw"
Cerca de 5 anos após o último trabalho "Waiting For The Moon" (2003), os Tindersticks estão finalmente de volta.
O novo albúm "The Hungry Saw" será lançado no dia 28 de Abril.
Na página da banda pode já ser ouvida uma faixa do novo trabalho - 'The flicker of a little girl'
Parece-me um bom motivo para anunciar as datas de uma tourné,
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
domingo, novembro 25, 2007
música "denomada" 30nov 23h38m-paralelo 38
“Denomada” nasce em 2002. Cria sons
que contam estórias, descrevem viagens,
retratam paisagens, movimentos, pessoas,
saboreiam aromas, colhem momentos e
sentimentos, vagueiam pelo mundo como
nomadas ancestrais à procura do choro,
da zombaria, dos ritos, da música. Realiza
concertos escassos de cenografia oriunda.
teatro "o homem da mala" por Thomas Bakk- sex 07dez-23h38m-paralelo 38
THOMAS BAKK
“O HOMEM DA MALA”
Contador de histórias
Uma viagem sem fronteiras pelo Imaginário!!!
Um homem traz na mala muitas histórias para contar, dos lugares por onde andou, das personagens que conheceu, e de tudo que aconteceu, numa fantástica aventura no tempo.
Uma sessão de contos Inéditos e Tradicionais, em verso e prosa: Romances, lendas, fábulas, parábolas, e anedotas, para chavalos e cotas.
Os contos são da autoria e adaptação de Thomas Bakk. Licenciado em Arte Dramática, escritor, actor e contador de histórias. Tem peças encenadas no Brasil, Portugal e Alemanha, obras publicadas por várias editoras, foi guionista da TV Globo, e actualmente orienta acções de formação nas áreas da Dramaturgia, Teatro, Literatura, Oralidade, Criatividade, e Dinâmicas de Grupo no âmbito do desenvolvimento pessoal e interpessoal. Há muito que se dedica à recolhas de narrativas de Tradição Oral e sessões de contos tradicionais e da sua autoria, um trabalho que tem desenvolvido em bibliotecas, livrarias, escolas, faculdades, congressos, empresas, Instituições de Acção Social e espaços culturais
As histórias são contadas pelo próprio autor que interpreta várias personagens, utilizando o Teatro, a Música e a interacção com o público, numa sessão surpreendente e divertida, onde as histórias são seleccionadas de acordo com as necessidades de cada público.
O objectivo é divulgar e fomentar a Literatura, incentivar e promover a leitura, formando novos e futuros leitores, através da oralidade.
Duração: 60 minutos
“Contamos histórias desde quando nascemos, ao momento em que morremos; desde o instante em que acordamos, até à hora de dormir. E quando sonhamos, continuamos a contar a nós próprios as histórias que queremos ouvir.”
quinta-feira, agosto 23, 2007
segunda-feira, junho 19, 2006
"2046", Odisseia de Wong Kar-wai no Planeta da Memória
De todos os significados que se atribuíam ao título do último filme de Wong Kar-wai, "2046", um ganhou coro ao longo dos quatro anos que o cineasta demorou a concretizá-lo: dizia, como piada, que 2046 designava o ano em que o filme estaria pronto.
Até estrear em Cannes, quinta-feira à noite, passou por interrupções de rodagem, devido à vontade do realizador que várias vezes recomeçou tudo (é um método...), devido a contingências como a crise económica asiática ou o síndrome da pneumonia atípica.
Problemas técnicos, com os efeitos especiais, obrigaram a novas filmagens há uma semana. A passagem em Cannes esteve comprometida.
Finalmente, chegou. A expectativa aumentara - na proporção em que a imprensa fez eco do ranger de dentes de alguns cineastas, insinuando que foi "golpe de marketing" e que a direcção do festival cedeu aos caprichos do realizador ao proceder a alterações no programa à última hora para remediar o atraso.
Quanto a Wong, pôde exclamar: "Acabou!". Como disse, aceitou que o filme estivesse em Cannes, e em competição, para lhe pôr um fim, se não ainda estaria a acabá-lo, processo que, no caso dele, pode ser uma odisseia interminável.
"Hoje, neste dia de Maio, posso dizer que a cópia que viram de '2046' é a definitiva. Mas nunca se sabe... E isso vale para todos os meus filmes".
Defintivo ou não, é o "2046" que temos. E confirmando-se que é uma história, como fora anunciado, que prolonga a personagem masculina do anterior "In the Mood for Love", como considerá-la? Continuação?
Há quem não se desembarace da memória de "In the Mood for Love". Há quem encontre mais do mesmo - ou o mesmo de forma mais problemática (há intromissões de ficção científica pelo meio da narrativa). Há quem se queixe do contrário: de não ser suficientemente como... E há quem tenha sido engolido e saísse da sala com o filme dentro, o mais memorável do concurso.
Quem se recorda? A personagem de Tony Leung fora abandonada por Maggie Cheung no final de "In the Mood...". Encontramo-lo agora (com bigode) anos depois num hotel, escrevendo folhetins para ganhar dinheiro, imaginando, a partir do corropio de mulheres à sua volta, corpos que ele acabe por transformar em destroços.
Um número de quarto - 2046 - fixou-lhe a atenção: o quarto de hotel em que ele e Maggie Cheung se encontravam, em "In the Mood for Love". É o número que passa a designar (na "rêverie" de ficção científica que se intromete, com robôs e tudo) o lugar onde as memórias permanecem, onde nada muda. Tony Leung, é essa a história de "2046", quer esquecer, quer mudar.
Não é outra a oscilação do espectador. "2046" pode então designar também o espaço da memória do cinema de Wong Kar-wai, os seus sinais marcantes, contra os quais o espectador se debate. Como se se debatesse contra um fantasma. Sim, "2046" tem em "In the Mood for Love" o seu filme-fantasma. E assim se faz uma "continuação" questionando. Num percurso contraditório, de oscilação entre o regresso a lugares que já conhecemos e a descoberta. Onde, à capacidade, já mostrada, deste realizador fetichista em recriar um mundo - Hong Kong, anos 60 - na esquina do cenário, através de uma cançoneta ou pela forma de uma personagem pousar o salto de um sapato, pode haver agora algo nunca visto: carne. É o filme mais sexual de Wong (o sexo tinha sido cortado de "In the Mood...").
São memoráveis três espantosos retratos de entrega feminina: Zhang Ziyi (estrela de Zhang Yimou), Gong Li (a boneca de porcelana foi partida por Wong) e Faye Wong (a rapariga do bar de "fast food" de "Chungkin..."). Há ainda outra, uma "special appearance...". É Maggie Cheung. Quem conseguir que a descubra: numa sombra? num "robô" no plano final? É o fantasma de "2046" e mesmo que nunca a consigamos ver, ela é a "atracção especial", de Tony Leung e do espectador. Wong Kar-wai resumiu assim: "O dilema das personagens é que quanto mais querem ser diferentes, tanto mais as coisas se parecem com o passado. O filme, nesse aspecto, é como as personagens. Quanto mais fazemos para esquecer o passado, mais as coisas ficam presentes na nossa memória. Por isso, o melhor é esperar que algum dia o passado nos abandone. Esqueçam 'In the Mood for Love'". Como?
"festival para gente sentada"
A realização do “Festival para Gente Sentada” surge com o objectivo de preencher uma lacuna existente no mercado de oferta musical nacional.
Surge ainda como alternativa aos festivais de Verão, num contexto de clara emergência de festivais ligados a outros géneros musicais que não somente o Rock.
Direccionado para um público mais exigente, este não é um festival para as massas, porém a ressonância mediática do mesmo apresenta-se como uma mais-valia para a sua realização, em grande parte devido à apresentação de cantautores/songwriters internacionais, a maioria em estreia absoluta no nosso país.
são prova disso mesmo os nomes em cartaz na edição de 2004 - Devendra Banhart, Robert Fisher, Kate Walsh, Rosie Thomas, Sufjan Stevens e Nicolai Dunger e em 2005 - Woven Hand, Damien Jurado, Old Jerusalem, Patrick Wolf, Sondre Lerche e Josephine Foster.
A descoberta e apresentação de novos projectos musicais são os objectivos fundamentais do FPGS, iniciativa que vem na linha da política Concelhia de inovação e desenvolvimento de novos projectos culturais.
Datas provisórias – 27 e 28 de Outubro 2006
Programa brevemente disponível.
"vetiver"
Vetiver
No plano formal, no que à inovação concerne, o adensar de idiomas em canção – especialmente no caso da norte-americana -, o acto de compôr e realizar parece-se tornar cada vez mais, na sua generalidade, um acto tão heróico quanto potencialmente inglório. No meio de tantas vozes que se erguem, partindo da Americana, raras são aquelas que parecem obter qualquer tipo de sucesso, após degladearem-se numa batalha quase impossível contra décadas de tradição, milhões de histórias e formas. Os poucos que ficam são aqueles que, por uma série de factores, conseguem criar um discurso próprio, uma panóplia de intricacias, poéticas, visões e sensibilidades que, de tão transparentes e inteligentes, são um para-sempre raro meio de contar a vida como ela aconteceu e acontece, previsões e ensejos para tempos futuros.
Andy Cabic, quando passarem uns meses depois do lançamento do seu novo álbum «To Find Me Gone», sob o nome Vetiver, é bem possível que dê por si inscrito já na história como um dos grandes compositores de canções norte-americanos dos últimos anos. O seu primeiro álbum, homónimo, era um maravilhoso conjunto de orquestrações, espontaneidades (da folia à melancolia) e cunho particular, criado com o rodeio de gentes como Devendra Banhart, Hope Sandoval ou Joanna Newsom.
«To Find Me Gone» alastra o espectro de amigos numa linha costa a costa. Para lá de Banhart, o núcleo duro da sua banda constituído por Otto Hauser (Espers), Kevin Barker (Currituck Co.) e Alissa Anderson mantém-se, ladeado por mais dezena e meia de família e colaboradores. Pensem em Neil Young, The Band, Creedence Clearwater Revival, Quicksilver Messenger Service ou Fleetwood Mac, num álbum que oferece uma dimensão de grupo que tanto sabe cair num beat de boogie perfeito, como arrastar dolências até a um sítio onde o pôr do sol estival nunca acaba. «To Find Me Gone» é, já em muitos escritórios de editoras, distribuidoras, serviços de mailorder e quem mais já o tenha apanhado, o disco oficial de finais de tarde de Verão. Manda grão, poeira, sol, corações descontraídos e deixa toda a gente acordada com uns arranques roqueiros imaculados enviados na nossa direcção sempre na altura certa.
Uma voz criativa que está tão aculturada no universo da canção que só poderia fazer uma que saísse tão naturalmente de si, como nasce sua. Assim que apanharem aquelas cordas vocais a ranger pelo meio de fios de guitarra eléctrica, arranjos para de cordas a descomprimir e percussões leves a funcionar, depressa vão perceber que é meio criminoso passar ao lado deste concerto. Tratem lá disso.
+ info: http://www.vetiverse.com/
+ myspace: http://myspace.com/vetiver
sábado, maio 06, 2006
lhasa de sela (Lisboa)
Em Julho, surpreendeu o público português ao interpretar "Meu amor, meu amor", celebrizado por Amália Rodrigues. Depois da conquista, Lhasa de Sela regressa para confirmar o talento que lhe confere o título de cantora-revelação da "world-music". Lisboa recebe-a a 6 de Dezembro e Famalicão no dia seguinte.
A cantora nova-iorquina vem mostrar de que é feito "The Living Road", que sucede à descoberta feita em 1997 através de "La Llorona". A voz é rouca, charmosa, num momento doce e noutro furiosa. Cuidado: pode encantar.
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